Ensino e aprendizagem passaram por profundas transformações nos anos de 2020 e 2021. A tecnologia passou a fazer parte das nossas aulas e do nosso dia a dia, passamos a observar fatores como engajamento, aprendizado online, estratégias de ensino remoto e com isso fomos apresentados ao Conceito da Comunidade de Investigação, desenvolvido por Garrison, Anderson e Archer (1999). Nesse processo, repensamos nosso plano de ensino (Presença de Ensino) para aulas remotas, elaboramos diferentes estratégias, utilizamos metodologias e apoio da tecnologia para estimular que nossos estudantes desenvolvessem diferentes competências (Presença cognitiva) e precisamos aprender a estimular a Presença social com estudantes que não ligam câmeras, mas que nos surpreendem participando de enquetes, documentos colaborativos, atividades em grupos dedicados (Breakout rooms).
Ainda percebemos a necessidade crescente de apoio de ferramentas tecnológicas, as quais inicialmente eram utilizadas de maneira intuitiva. Com o conceito da Padagogy Wheel, desenvolvida pelo australiano Allan Carringon, podemos planejar o uso de aplicativos associando a objetivos de ensino e aprendizagem e à Taxonomia de Bloom.
O catálogo Tech2Learn (T2L) foi desenvolvido para que você, docente da PUCPR, pudesse integrar os Conceitos da Comunidade de Investigação, da Padagogy Wheel, agregados ainda ao ensino por Competências e ao Backwards Design. Nele você encontrará exemplos do uso de aplicativos nos diferentes níveis da Taxonomia de Bloom e associado a algumas estratégias de ensino e aprendizagem.
Integrando os Conceitos T2L à realidade das suas aulas, você poderá criar diferentes formas de aplicação, selecionar aplicativos não contemplados na Padagogy Wheel, associar a diferentes metodologias de ensino. você está sendo convidado a colaborar na inovação e nos ajudar a escrever uma nova forma de ensino e aprendizagem.
Bem-vindo à Transformação Digital PUCPR! Vamos inovar juntos!
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Download de cada sessão, disponível em suas respectivas páginas
Formatos: Mobile, Tablet, pc/notebook e PDF
No PDF existem QRcodes que levam a mais informações sobre
Copyright CrEAre
Autores:
Anna Carolina Legroski
Bárbara Maria Camilotti
Fabiana de Nadai Andreoli
Lays Cherobim Parolin
Thabata Cristy Zermiani
William Franco da Silva
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Arraste para o lado para ver todas as Metodologias e Estratégias >
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Ensino e aprendizagem passaram por profundas transformações nos anos de 2020 e 2021. A tecnologia passou a fazer parte das nossas aulas e do nosso dia a dia, passamos a observar fatores como engajamento, aprendizado online, estratégias de ensino remoto e com isso fomos apresentados ao Conceito da Comunidade de Investigação, desenvolvido por Garrison, Anderson e Archer (1999). Nesse processo, repensamos nosso plano de ensino (Presença de Ensino) para aulas remotas, elaboramos diferentes estratégias, utilizamos metodologias e apoio da tecnologia para estimular que nossos estudantes desenvolvessem diferentes competências (Presença cognitiva) e precisamos aprender a estimular a Presença social com estudantes que não ligam câmeras, mas que nos surpreendem participando de enquetes, documentos colaborativos, atividades em grupos dedicados (Breakout rooms).
Ainda percebemos a necessidade crescente de apoio de ferramentas tecnológicas, as quais inicialmente eram utilizadas de maneira intuitiva. Com o conceito da Padagogy Wheel, desenvolvida pelo australiano Allan Carringon, podemos planejar o uso de aplicativos associando a objetivos de ensino e aprendizagem e à Taxonomia de Bloom.
O catálogo Tech2Learn (T2L) foi desenvolvido para que você, docente da PUCPR, pudesse integrar os Conceitos da Comunidade de Investigação, da Padagogy Wheel, agregados ainda ao ensino por Competências e ao Backwards Design. Nele você encontrará exemplos do uso de aplicativos nos diferentes níveis da Taxonomia de Bloom e associado a algumas estratégias de ensino e aprendizagem.
Integrando os Conceitos T2L à realidade das suas aulas, você poderá criar diferentes formas de aplicação, selecionar aplicativos não contemplados na Padagogy Wheel, associar a diferentes metodologias de ensino. você está sendo convidado a colaborar na inovação e nos ajudar a escrever uma nova forma de ensino e aprendizagem.
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Função principal da ferramenta: Editor de revista online
sway
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
metodologias e estratégias
O Sway é um aplicativo que facilita a edição e a visualização de conteúdo online, como em uma revista virtual. O Sway tem basicamente duas funções centrais: o enredo e o design. No enredo, você pode adicionar títulos, texto, imagens, vídeos, áudios. Já no design, você tem algumas opções para alterar o formato, cores e fontes de seu arquivo.
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O Sway é um aplicativo que facilita a edição e a visualização de conteúdo online, como em uma revista virtual. O Sway tem basicamente duas funções centrais: o enredo e o design. No enredo, você pode adicionar títulos, texto, imagens, vídeos, áudios. Já no design, você tem algumas opções para alterar o formato, cores e fontes de seu arquivo.
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Função principal da ferramenta: Criação de imagens e vídeos interativos
O Thinglink é uma ferramenta para a construção de materiais visuais (imagem e vídeo) com conteúdo interativo (texto, imagem, vídeo, áudio e links) a partir do uso de tags. Na visualização do material, o usuário, ao clicar nas tags, abre caixas com conteúdo multimídia ou legendas, posicionados em cima da imagem de fundo.
thinglink
thinglink.com
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Função principal da ferramenta: Editor de quadros virtuais
PADLET
O Padlet é um editor de quadros virtuais que permite a criação e organização de rotina pessoal, estudos, atividades escolares e acadêmicas, entre outros. Com uma interface amigável, o Padlet permite a criação de material na forma de mural, lista, grade, colunas, conversa, mapa, tela e linha do tempo. A ferramenta também permite a criação colaborativa e que os visualizadores deixem comentários, com ou sem identificação, e curtidas.
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PADLET
O Padlet é um editor de quadros virtuais que permite a criação e organização de rotina pessoal, estudos, atividades escolares e acadêmicas, entre outros. Com uma interface amigável, o Padlet permite a criação de material na forma de mural, lista, grade, colunas, conversa, mapa, tela e linha do tempo. A ferramenta também permite a criação colaborativa e que os visualizadores deixem comentários, com ou sem identificação, e curtidas.
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Função principal da ferramenta: Plataforma de perguntas
e respostas (Q&A) e de enquetes.
SLIDO
O Slido é uma plataforma que permite a criação de questões de múltipla escolha, questões abertas, quizzes, enquetes e nuvens de palavras. Os estudantes podem acessá-lo por meio do site ou pelo aplicativo, inserindo o código informado pelo docente.
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e respostas (Q&A) e de enquetes.
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Função principal da ferramenta: Plataforma de perguntas e respostas.
SOCRATIVE
Ferramenta de testes que pode ser utilizada para acompanhar e avaliar o desempenho dos estudantes. Apresenta correção automática e feedback imediato.
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Função principal da ferramenta: Realização de testes rápidos.
PLICKERS
O Plickers é uma ferramenta disponível na versão web e aplicativo, de realização de testes rápidos, que possibilita ao docente escanear as respostas dos estudantes, obtendo os resultados imediatamente. Por meio dele é possível cadastrar turmas e estudantes, criar, aplicar e corrigir questões, acompanhando o desempenho dos estudantes. Deste modo, pode ser utilizado para dar e receber feedback em tempo real.
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FLIPGRID
O Flipgrid é uma ferramenta de aprendizagem que, através da postagem de vídeos, possibilita que os participantes engajem em uma discussão previamente postada pelo professor. Para isso, o professor configura o grupo com o qual irá trabalhar e faz uma postagem com a proposta de trabalho. Os estudantes entram na equipe através de um código e postam suas respostas em formato de vídeo. Esse vídeo pode ser editado pelo estudante,
que pode incluir filtros, imagens, gifs e desenhos em seu material.
Interface similar aos stories do Instagram ou ao Snapchat.
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Função principal da ferramenta: Rede social educativa.
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que pode incluir filtros, imagens, gifs e desenhos em seu material.
Interface similar aos stories do Instagram ou ao Snapchat.
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Função principal da ferramenta: Rede social educativa.
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Função principal da ferramenta: Edição de vídeos.
EDPUZZLE
O EdPuzzle é um aplicativo que auxilia na edição de vídeos, tanto para cortar, dublar, como para inserir perguntas e comentários. Assim permite que o professor utilize tanto um vídeo seu, como outro disponível no Youtube, TED Talks e outros canais para criar atividades engajadoras.
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O EdPuzzle é um aplicativo que auxilia na edição de vídeos, tanto para cortar, dublar, como para inserir perguntas e comentários. Assim permite que o professor utilize tanto um vídeo seu, como outro disponível no Youtube, TED Talks e outros canais para criar atividades engajadoras.
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Função principal da ferramenta: Editor de formulários.
FORMS
O Forms é um criador de formulários do Microsoft Office. Ele pode ser utilizado para o levantamento de dados através de enquetes, pesquisas e inscrições em eventos, mas também pode ser usado para a criação de atividades e testes. Com ele, você pode criar formulários com questões de múltipla escolha, discursivas, entre outras possibilidades, fornecendo feedback se desejar. Também é possível atribuir pontuação às questões. O Forms fornece um relatório completo das respostas, com gráficos, e, se você quiser, pode baixar uma tabela de Excel com todos os dados levantados.
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FORMS
O Forms é um criador de formulários do Microsoft Office. Ele pode ser utilizado para o levantamento de dados através de enquetes, pesquisas e inscrições em eventos, mas também pode ser usado para a criação de atividades e testes. Com ele, você pode criar formulários com questões de múltipla escolha, discursivas, entre outras possibilidades, fornecendo feedback se desejar. Também é possível atribuir pontuação às questões. O Forms fornece um relatório completo das respostas, com gráficos, e, se você quiser, pode baixar uma tabela de Excel com todos os dados levantados.
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Função principal da ferramenta: Plataforma de perguntas e respostas (Q&A) e de enquetes..
MENTIMETER
O Mentimeter é uma plataforma de criação de enquetes que permite a criação de questões de múltipla escolha, questões abertas, quizzes, enquetes e nuvens de palavras. Por ser intuitivo e coletar respostas rapidamente, o Mentimeter é uma ferramenta que pode ser uma grande aliada no engajamento dos estudantes, que podem acessá-la por meio do site ou pelo aplicativo, inserindo o código informado pelo docente.
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Função principal da ferramenta: Quadro branco.
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jamboard
O Jamboard é uma ferramenta de quadro branco (whiteboard) desenvolvida pela Google. Sua interface é bastante simples e amigável, o que permite que o usuário se habitue rapidamente a seu funcionamento. Ela é ideal para o uso colaborativo e simultâneo, permitindo a criação de quadros com ilustrações, links, escrita, notas adesivas, etc.
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jamboard
O Jamboard é uma ferramenta de quadro branco (whiteboard) desenvolvida pela Google. Sua interface é bastante simples e amigável, o que permite que o usuário se habitue rapidamente a seu funcionamento. Ela é ideal para o uso colaborativo e simultâneo, permitindo a criação de quadros com ilustrações, links, escrita, notas adesivas, etc.
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sway > taxonomia de bloom
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
sway > taxonomia de bloom
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
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O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
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O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
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compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
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É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
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Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
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O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
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Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
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Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
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É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
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Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
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Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
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Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
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Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
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Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
sway > taxonomia de bloom
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
sway > taxonomia de bloom
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
sway > taxonomia de bloom
Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
criação
É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
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O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
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Os estudantes podem utilizar o Sway para a criação de um texto online compartilhável por eles. Os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema para sua produção. Utilizando o Word online, constroem colaborativamente um texto sobre o tema escolhido. Após isso, criam um Sway colaborativo e diagramam o texto, inserindo links externos, áudio e vídeo específicos que aprofundem o conteúdo. Após finalizado o Sway, compartilham o link com o restante da turma.
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É possível desenvolver uma atividade com o Sway em um momento pré-aula, dentro da metodologia da Sala de Aula invertida, em que o estudante entra em contato pela primeira vez com um conteúdo novo. O professor pode disponibilizar o link do Sway com seu conteúdo novo para os estudantes e pedir que eles realizem sua leitura, anotando as palavras-chaves e conceitos centrais que esse material apresenta.
O estudante acessa o link para o Sway, lê os textos, assiste aos vídeos e escuta os áudios disponibilizados ali, entrando em contato com o novo tema de aula e listando os pontos mais importantes. Após esse momento, o professor pode aplicar uma atividade para os estudantes.
LEMBRANÇA
O professor pode organizar materiais multimodais para sua aula utilizando o Sway e incluir, ao final, um formulário com questões (utilizando o Forms), para verificar a compreensão de seus estudantes. Com o Forms, ele poderá acessar rapidamente os resultados e planejar suas próximas ações em relação aos conteúdos de maneira informada.
compreensão
Por se tratar de uma ferramenta fortemente visual, o Sway pode ser uma ferramenta de grande valor para atividades que demandam ao estudante demonstração ou esquematização de um conhecimento. Ele pode ser, inclusive, utilizado como uma alternativa ao PowerPoint ou aplicativos de slides, por ser online, mais leve e otimizado para celulares.
aplicação
Em atividades de análise, que demandem aos estudantes examinar, explicar, relacionar, investigar, o Sway pode ser utilizado para a formatação do material de apoio. O professor pode organizar um estudo de caso com texto, imagens, vídeos, áudios, e disponibilizar de maneira simples para a turma, por meio de um link.
análise
O Sway pode servir como apoio a atividades que demandam que o aluno examine uma situação. Através do Sway, o estudante pode entregar suas conclusões, críticas, justificativas, julgamentos, explicações por meio de texto, imagens, áudio ou vídeo.
avaliação
sway > comunidade de investigação
O Sway pode ser utilizado como um espaço em que o professor publica o plano de aula e o cronograma das atividades, pois trata-se de uma ferramenta online e leve.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Sway como um mini catálogo de links, vídeos e imagens relacionadas a um conteúdo e solicitar que os estudantes explicitem a conexão entre as partes. Além disso, também é possível permitir que os estudantes colaborem com a construção desse material, incluindo anotações e materiais multimídias.
presença COGNITIVA
Pode-se utilizar o Sway para a construção de trabalhos em grupo, construídos de forma democrática e colaborativa (o Sway possui a opção de edição por vários autores), para serem disponibilizados online para outros colegas e para a comunidade acadêmica, através da divulgação do link.
presença SOCIAL
sway > comunidade de investigação
O Sway pode ser utilizado como um espaço em que o professor publica o plano de aula e o cronograma das atividades, pois trata-se de uma ferramenta online e leve.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Sway como um mini catálogo de links, vídeos e imagens relacionadas a um conteúdo e solicitar que os estudantes explicitem a conexão entre as partes. Além disso, também é possível permitir que os estudantes colaborem com a construção desse material, incluindo anotações e materiais multimídias.
presença COGNITIVA
Pode-se utilizar o Sway para a construção de trabalhos em grupo, construídos de forma democrática e colaborativa (o Sway possui a opção de edição por vários autores), para serem disponibilizados online para outros colegas e para a comunidade acadêmica, através da divulgação do link.
presença SOCIAL
sway > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Sway como um mini catálogo de links, vídeos e imagens relacionadas a um conteúdo e solicitar que os estudantes explicitem a conexão entre as partes. Além disso, também é possível permitir que os estudantes colaborem com a construção desse material, incluindo anotações e materiais multimídias.
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O Sway pode ser utilizado como um espaço em que o professor publica o plano de aula e o cronograma das atividades, pois trata-se de uma ferramenta online e leve.
presença de ensino
Pode-se utilizar o Sway para a construção de trabalhos em grupo, construídos de forma democrática e colaborativa (o Sway possui a opção de edição por vários autores), para serem disponibilizados online para outros colegas e para a comunidade acadêmica, através da divulgação do link.
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Pode-se utilizar o Sway para a construção de trabalhos em grupo, construídos de forma democrática e colaborativa (o Sway possui a opção de edição por vários autores), para serem disponibilizados online para outros colegas e para a comunidade acadêmica, através da divulgação do link.
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O Sway pode ser utilizado como um espaço em que o professor publica o plano de aula e o cronograma das atividades, pois trata-se de uma ferramenta online e leve.
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O professor pode utilizar o Sway como um mini catálogo de links, vídeos e imagens relacionadas a um conteúdo e solicitar que os estudantes explicitem a conexão entre as partes. Além disso, também é possível permitir que os estudantes colaborem com a construção desse material, incluindo anotações e materiais multimídias.
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sway > comunidade de investigação
Pode-se utilizar o Sway para a construção de trabalhos em grupo, construídos de forma democrática e colaborativa (o Sway possui a opção de edição por vários autores), para serem disponibilizados online para outros colegas e para a comunidade acadêmica, através da divulgação do link.
presença SOCIAL
O Sway pode ser utilizado como um espaço em que o professor publica o plano de aula e o cronograma das atividades, pois trata-se de uma ferramenta online e leve.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Sway como um mini catálogo de links, vídeos e imagens relacionadas a um conteúdo e solicitar que os estudantes explicitem a conexão entre as partes. Além disso, também é possível permitir que os estudantes colaborem com a construção desse material, incluindo anotações e materiais multimídias.
presença COGNITIVA
sway > metodologias e estratégias
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
sway > metodologias e estratégias
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
sway > metodologias e estratégias
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
sway > metodologias e estratégias
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
sway > metodologias e estratégias
PEER INSTRUCTION
O Sway pode ser um local perfeito para o professor configurar vários formulários de questões (o Forms, da Microsoft 365, é compatível com o Sway, podendo ser embutido nele), fazendo com que as etapas dos testes conceituais fiquem organizadas e facilmente acessíveis.
O Sway é um ótimo formato para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e leve. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
Em um PjBL, o professor pode solicitar que as entregas dos grupos sejam feitas através do Sway. Devido ao seu formato, ele pode ser alterado ao longo do projeto e compartilhado entre os membros da equipe para edição.
sway > metodologias e estratégias
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
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O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
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O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
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O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
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O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
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O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
O Thinglink pode ser uma ferramenta excelente para produção de conteúdo a ser disponibilizado para a comunidade acadêmica. Por exemplo, os estudantes se dividem em grupos e escolhem um tema cujas informações sobre sejam importantes e relevantes para a comunidade acadêmica. Utilizando o Word online, planejam e constroem colaborativamente textos sobre o tema e subtemas, bem como elaboram vídeos, áudios e fazem curadoria de conteúdo. Todo esse material será inserido nas tags. Após isso, criam um Thinglink com uma imagem de fundo coerente com o trabalho, inserindo tudo o que foi planejado e compilado no Word. Após finalizado o Thinglink, compartilham o link através de Qr-code impresso em cartazes pelos murais do campus.
criação
O Thinglink pode ser um ótimo aporte do conteúdo de pré-aula, disponibilizando imagens, vídeos, áudios e links para o estudante considerar em seus estudos. Nesse caso, o professor pode disponibilizar o conteúdo multimodal antes da aula e solicitar que seus estudantes entrem em contato com esse material, lendo, assistindo vídeos, escutando áudios e navegando em websites afins.
LEMBRANÇA
Pode-se utilizar o Thinglink em uma atividade que demande aos estudantes explicarem determinado conceito, através do uso de uma imagem de fundo e de pequenos textos ou vídeos tageados nela. Dessa forma, os estudantes poderão sumarizar os conceitos e conhecimentos de maneira organizada e interativa.
compreensão
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante demonstre os conhecimentos adquiridos. Por exemplo, o professor pode disponibilizar uma imagem no AVA para a turma toda e pedir que cada estudante, ou grupo, crie seu próprio Thinklink com tags sobre essa imagem, com texto, áudio ou vídeo explicativo de cada parte dela.
aplicação
O Thinglink pode ser uma ferramenta útil para auxiliar o estudante a esquematizar novos conhecimentos. Por exemplo, o estudante pode utilizar um editor de imagens para diagramar temas e subtemas de um conteúdo, e utilizá-la como plano de fundo no Thinglink, onde poderá incorporar tags explicativas à ilustração.
análise
O Thinglink pode ser utilizado para que o estudante defenda seus pontos de vista a respeito de um tema. Por exemplo, o professor divide a turma em equipes e pede que analisem uma questão para elaborar um posicionamento sobre ela. Cada grupo pode publicar um Thinglink em formato de infográfico multimídia e interativo que explique seu posicionamento em relação a essa questão.
avaliação
Thinglink > Taxonomia de Bloom
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
Thinglink > Comunidade de Investigação
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença SOCIAL
O professor pode criar um roteiro da sua disciplina utilizando o Thinglink. Ele pode usar um editor de imagem para criar o plano de fundo, com os temas centrais, explicitando o ponto de partida e o de chegada, e utilizar as tags do Thinglink para explicar brevemente cada um dos marcos da disciplina. Esse material pode ajudar o estudante a se situar na disciplina a qualquer momento do semestre.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Thinglink atrelado a atividades que desenvolvam a presença social, na forma de material de apoio, por exemplo. Os estudantes podem se organizar em grupos e basearem suas discussões em material disponibilizado através do Thinglink. Também é possível solicitar que os estudantes compartilhem o produto de suas discussões e trabalho em grupo em um infográfico ou linha do tempo construídos no Thinglink, por exemplo.
presença COGNITIVA
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
estudo de caso
O professor pode utilizar o Thinglink para dispor as informações dos casos a serem estudados através do uso de tags, incluindo vídeo, áudio e até links externos, posicionadas em uma imagem relativa a cada caso. Dessa forma, o material torna-se mais interativo e pode ser explorado de forma não linear pelos estudantes.
O Thinglink é uma ótima ferramenta para entregar conteúdos para leitura, visualização e até mesmo escuta, de forma rápida e intuitiva. Esses materiais podem ser utilizados como parte integrante da pré-aula ou do TDE.
SALA DE AULA INVERTIDA
PJBL
O Thinglink pode ser útil ao grupo de estudantes na apresentação e organização do projeto dentro da metodologia PjBL. Os estudantes podem utilizar o aplicativo para organizar uma linha do tempo do projeto, ou até mesmo um portfólio, usando as tags para inserirem mais informações sobre cada etapa, com vídeos, áudios, imagens e links.
Thinglink > Metodologias e Estratégias
Padlet > Taxonomia de Bloom
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
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O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
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O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
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O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
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Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
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O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
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O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
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O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
Padlet > Taxonomia de Bloom
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
criação
O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Padlet > Taxonomia de Bloom
Por exemplo, em um trabalho em grupo, no qual precisem criar um produto final, as equipes podem utilizar o Padlet como uma ferramenta para auxiliar no planejamento das etapas e na colaboração, facilitando a distribuição de tarefas e atualização do progresso das etapas. Para isso, cada equipe deve criar seu próprio Padlet, no formato Mural ou Coluna, por exemplo, e abrir para a colaboração dos outros membros.
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O professor pode criar o material de sua aula utilizando, por exemplo, o recurso linha do tempo do Padlet. Esse recurso auxilia na diagramação sequenciada do conteúdo, sendo que o professor pode inserir textos breves, links, vídeos, pdf ou outros recursos disponíveis no aplicativo.
LEMBRANÇA
O Padlet pode ser utilizado para que os estudantes desenvolvam explicações de temas, subtemas ou cases, auxiliando na organização desse material. Por exemplo, o professor cria um Padlet aberto para a colaboração, no formato de Mural, Coluna, Linha do Tempo ou Mapa, por exemplo. Nesse Padlet, cada estudante irá inserir seu material, que pode ser um vídeo curto e uma breve explicação escrita; uma imagem e legenda, ou apenas o texto, de forma a apresentar e explicar para o restante da classe seu tópico, em uma espécie de mostre e conte, que pode ser síncrono ou assíncrono.
compreensão
O Padlet pode ser utilizado para o compartilhamento de materiais extras relacionados aos conteúdos de uma determinada disciplina, gerenciado e alimentado pelos próprios estudantes. Para isso, um estudante (ou o próprio professor) cria um Padlet colaborativo, no modo Tela, Mural, Lista ou Grade, e os estudantes postam materiais extras na forma de links, vídeos, imagens ou pdfs. Abrindo a possibilidade de comentar no Padlet, os estudantes que acessarem os materiais ali postados podem comentar e criticar os conteúdos.
aplicação
O Padlet pode ser uma ferramenta útil na sistematização de conhecimentos, se utilizado para a construção de mapas mentais. Embora tenha recursos limitados para a diagramação, a ferramenta é muito versátil para a inclusão de outras mídias, tornando o mapa mental mais interativo. Para isso, o estudante pode utilizado o Padlet no formato de Tela, que possibilita estabelecer relações entre as caixas através de setas. Também é possível abrir o Padlet para comentários dos outros estudantes, que podem analisar o conteúdo disponibilizado.
análise
O professor pode utilizar o Padlet para reunir hipóteses dos estudantes a respeito de determinado tema de discussão. Para isso, precisará apenas criar um Padlet no modo colaborativo, no modo Mural, por exemplo, no qual os estudantes irão inserir caixas com suas contribuições.
avaliação
Padlet > Comunidade de Investigação
O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
presença COGNITIVA
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
Padlet > Comunidade de Investigação
O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
presença COGNITIVA
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
Padlet > Comunidade de Investigação
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
presença COGNITIVA
O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
Padlet > Comunidade de Investigação
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
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O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
Padlet > Comunidade de Investigação
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
presença COGNITIVA
Padlet > Comunidade de Investigação
O professor pode solicitar que cada grupo de trabalho poste os resultados de uma pesquisa no Padlet, no formato mais apropriado. Após isso, cada estudante da turma deve visualizar o trabalho e interagir com os temas e subtemas através de comentários e curtidas.
presença SOCIAL
O Padlet pode ser utilizado para a criação de um sumário das atividades do semestre, com seu detalhamento. Por exemplo, o professor pode criar um mural, no qual inserirá cada atividade em uma caixa diferente. Nessa caixa, ele poderá escrever quais são as instruções para a realização dessa atividade, os prazos e o peso dela na nota semestral. Esse material pode ser editado se necessário e pode ficar disponível para os estudantes durante todo o período letivo.
presença de ensino
O professor pode criar um Padlet para a turma, no qual os estudantes criarão resumos das discussões ocorridas em aula. Em cada aula, um estudante ou um pequeno grupo assume a responsabilidade de criar uma caixa no Padlet com a síntese dos pontos principais que foram tratados. Esse material fica disponível para todos os estudantes, que podem postar contribuições em forma de comentários.
presença COGNITIVA
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
linha da vida
TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
one minute thesis
O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
Padlet >
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
linha da vida
TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
one minute thesis
O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
Padlet > Metodologias e Estratégias
one minute thesis
O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
linha da vida
Padlet >
one minute thesis
O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
linha da vida
Padlet > Metodologias e Estratégias
TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
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O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
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TBL
Cada equipe de trabalho pode criar um Padlet, no formato coluna, para organizar e gerenciar os processos dentro da própria equipe. É possível, por exemplo, criar um Kanban, com a coluna da direita para a lista de afazeres geral, a do centro para as atividades em andamento, e a da esquerda com as atividades concluídas. Cada atividade é inserida na lista de afazeres em uma caixa individual e os integrantes da equipe podem arrastar essas caixas de acordo com o status da atividade. Também é possível atribuir uma cor de caixa para cada integrante, tornando a visualização das tarefas mais fácil.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, onde os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
linha da vida
one minute thesis
O professor pode criar um Padlet para a estratégia One Minute Thesis, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega do texto através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
Padlet > Metodologias e Estratégias
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
O Slido pode ser empregado durante uma atividade de criação, para que o estudante tire dúvidas com o professor durante o processo. Na aba “Audience Q&A”, o professor pode abrir um evento para tirar dúvidas, o qual possibilita que os estudantes enviem perguntas não somente durante a aula, mas por um período maior. Todos os estudantes conseguem visualizar as perguntas e respostas do professor. As perguntas podem ser enviadas de forma anônima.
criação
Por meio do Slido é possível criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações já obtidas. Isso pode ser feito, por exemplo, como estratégia de avaliação diagnóstica, identificando o que o estudante já traz de conhecimentos e o que é necessário resgatar. O professor pode utilizar nuvem de palavras, perguntas abertas ou de múltipla escolha para este fim.
LEMBRANÇA
O Slido possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula. Desta forma, ao fim da aula, por exemplo, pode ser empregado para verificar os pontos que ainda precisam ser retomados. Ao longo da aula também pode ser empregado como estratégia para identificar dúvidas, lembrando que os estudantes podem enviá-las de forma anônima.
compreensão
O Slido possibilita que o estudante responda, por exemplo, a uma situação de contexto real, aplicando os seus conhecimentos e, compartilhando sua resposta em uma questão aberta. O professor pode compartilhar a sua tela para que os estudantes acompanhem as respostas, estimulando a discussão sobre as melhores soluções possíveis para um determinado problema.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Por exemplo, em uma atividade de Problem Based Learning, em que o estudante é apresentado a uma situação problema, há uma etapa de formulação de hipóteses (Brainstorming) a partir da análise do problema. Neste processo, pode ser utilizada uma nuvem de palavras, por exemplo, ou mesmo um espaço de questão aberta, que permita o compartilhamento das hipóteses formuladas.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir. Em uma atividade de Júri simulado, por exemplo, em que os estudantes são divididos em equipes favoráveis e contrárias a um determinado assunto, o docente pode lançar perguntas que estimulem o debate por meio do Slido, bem como propor uma enquete ao final, para votação e veredicto sobre o caso.
avaliação
SLIDO > Taxonomia de Bloom
SLIDO > Comunidade de Investigação
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
SLIDO > Comunidade de Investigação
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
SLIDO >Comunidade de Investigação
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
SLIDO >Comunidade de Investigação
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
SLIDO > Comunidade de Investigação
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
SLIDO > Comunidade de Investigação
O Slido pode ser empregado para conhecer mais os estudantes. Por exemplo, em uma aula inicial, seria possível criar uma nuvem de palavras para conhecer mais sobre as expectativas dos estudantes em relação ao curso ou à disciplina, ou ainda, criar uma questão aberta para que os estudantes se apresentem.
presença SOCIAL
A presença de ensino pode ser promovida, por exemplo, disponibilizando um evento no primeiro dia de aula para tirar dúvidas sobre o plano de ensino e as atividades que serão realizadas ao longo do semestre.
presença de ensino
O Slido pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
LINHA DA VIDA
Nesta estratégia, os estudantes escolhem entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez. Por meio do Slido é possível fazer uma votação obtendo os resultados de forma simultânea.
SLIDO >
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
LINHA DA VIDA
Nesta estratégia, os estudantes escolhem entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez. Por meio do Slido é possível fazer uma votação obtendo os resultados de forma simultânea.
SLIDO > Metodologias e Estratégias
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
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LINHA DA VIDA
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SLIDO >
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
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LINHA DA VIDA
Nesta estratégia, os estudantes escolhem entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez. Por meio do Slido é possível fazer uma votação obtendo os resultados de forma simultânea.
SLIDO > Metodologias e Estratégias
LINHA DA VIDA
Nesta estratégia, os estudantes escolhem entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez. Por meio do Slido é possível fazer uma votação obtendo os resultados de forma simultânea.
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
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Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
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LINHA DA VIDA
Nesta estratégia, os estudantes escolhem entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez. Por meio do Slido é possível fazer uma votação obtendo os resultados de forma simultânea.
Nesta metodologia, os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Slido, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Slido, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
SLIDO > Metodologias e Estratégias
SOCRATIVE > taxonomia de bloom
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
Não se aplica.
criação
SOCRATIVE > taxonomia de bloom
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
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No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
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avaliação
Não se aplica.
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O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
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No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
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Não se aplica.
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O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
Não se aplica.
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No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
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Não se aplica.
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No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
Não se aplica.
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O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
Não se aplica.
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SOCRATIVE > taxonomia de bloom
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
Não se aplica.
criação
SOCRATIVE > taxonomia de bloom
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
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O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
Não se aplica.
criação
SOCRATIVE > taxonomia de bloom
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
Não se aplica.
criação
SOCRATIVE > taxonomia de bloom
Não se aplica.
criação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
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Não se aplica.
criação
O professor pode criar questões que estimulem os estudantes a recordar conceitos obtidos previamente.
Uma forma seria a avaliação diagnóstica por meio do Socrative, para determinar o nível de conhecimento dos estudantes no início da disciplina ou de um novo módulo. A partir das repostas, o professor desenvolverá o conteúdo, aprofundando de acordo com o nível de conhecimento da turma.
Outra forma de utilização na categoria de lembrança, seria a realização de avaliação formativa, as quais. podem ser realizadas no final da aula ou ao final de módulos de aprendizagem. A partir do feedback recebido pela ferramenta ou pelo professor o estudante poderá direcionar seus estudos. O professor poderá analisar ainda a necessidade de revisar o conteúdo e se é necessário modificar as abordagens adotadas.
Ainda podem ser realizadas avaliações somativas, nas quais o professor irá avaliar a aprendizagem do estudante. A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. A ferramenta fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma.
LEMBRANÇA
O Socrative pode ser utilizado para avaliar a compreensão dos estudantes em relação aos temas abordados em aula, podendo ser empregado durante a aula ou ao final desta. Ao final da aula, pode ser aplicado o “bilhete de saída” disponível na ferramenta.
O professor pode elaborar questões para avaliar a compreensão dos estudantes em avaliações somativas, formativas e diagnósticas.
A ferramenta possui correção automática e feedback instantâneo. Fornece relatório com percentuais de acertos de cada questão, de cada estudante e média da turma. O professor pode utilizá-los para avaliar se precisa retomar o conteúdo, modificar suas estratégias ou se pode dar sequência ao conteúdo.
compreensão
No Socrative, o professor pode elaborar questões que envolvam aplicação de conceitos ou teorias e o estudante pode aplicar seus conhecimentos nas questões elaboradas no formato de “respostas curtas”
As questões no formato “respostas curtas” geralmente precisam de correção manual e pode ser utilizado em avaliações somativas e formativas.
aplicação
O nível de análise pode ser avaliado quando o professor elabora questões no Socrative que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar.
O professor pode utilizar estas questões em avaliações somativas e formativas. O percentual de acertos pode ser utilizado nos feedbacks.
análise
No Socrative, podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos e a refletir sobre determinados assuntos. Estas questões podem ser utilizadas em avaliações somativas e formativas.
avaliação
socrative > Comunidade de Investigação
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
socrative > Comunidade de Investigação
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
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O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
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O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
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A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
socrative > Comunidade de Investigação
A presença social é evidenciada quando os estudantes realizam as avaliações em equipes.
Podem ser elaboradas questões para que o estudante expresse sua opinião sobre determinado assunto.
Outra opção seria formulário para dividir os estudantes em equipes, a partir de preferencias e características dos estudantes.
Há ainda possibilidade de realizar atividade de forma gamificada, por meio da “corrida espacial”.
presença SOCIAL
A presença de ensino é evidenciada quando o professor elabora as questões para as avaliações, pelo feedback imediato fornecido pelo próprio aplicativo ou pelo feedback feito pelo professor após as avaliações.
presença de ensino
O aplicativo é uma excelente forma para verificação da aprendizagem, por meio de questões que envolvam análise, reflexão e compreensão por exemplo.
O professor por dividir estudantes em equipes e estimular discussão sobre determinado assunto e após discussão os estudantes respondem a avaliação diretamente no aplicativo.
presença COGNITIVA
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
socrative > Metodologias e Estratégias
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
socrative > Metodologias e Estratégias
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
socrative > Metodologias e Estratégias
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
socrative > Metodologias e Estratégias
socrative > Metodologias e Estratégias
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
socrative > Metodologias e Estratégias
TBL
No team based learning (TBL) ou aprendizagem em times, os estudantes devem se preparar previamente, estudando individualmente o conteúdo antes da aula, por meio de leituras, podcasts, vídeos ou outros conteúdos. Para garantir que os estudantes se prepararam previamente, o professor aplica teste contendo 10 a 20 questões que deve ser respondido individualmente. Em seguida, os estudantes discutem as questões em grupos e respondem novamente as questões e deve receber feedback imediato, o qual pode ser feito pelo Socrative. Em seguida o professor pode explorar o conteúdo referente as questões que tiveram níveis mais baixos de acerto e os estudantes podem solicitar feedback do professor em questões que eles ainda apresentam dúvidas.
LINHA DA VIDA
Nessa metodologia há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Socrative, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
O professor fará mediação e aprofundará conteúdo a partir do percentual acertos nas respostas individuais e em equipes.
Nesta metodologia os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe. Ao final, recomenda-se fazer um quiz para certificar-se de que os estudantes compreenderam a temática. O quiz pode ser realizado por meio do Socrative, dando feedback imediato aos estudantes durante a aula e retomando os pontos onde ainda há dúvidas.
JIGSAW
plickers > taxonomia de bloom
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Não se aplica.
criação
plickers > taxonomia de bloom
Não se aplica.
criação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
plickers > taxonomia de bloom
Não se aplica.
criação
Por meio do Plickers, é possível formular perguntas que estimulem os estudantes a recordar conceitos e informações, avaliando o seu conhecimento. Isso pode ser feito, por exemplo, em um contexto de avaliação diagnóstica, para identificar o nível de conhecimento dos estudantes; ou ao fim da aula, para identificar pontos que ainda não estejam suficientemente claros.
LEMBRANÇA
O Plickers possibilita avaliar a compreensão dos estudantes acerca dos temas abordados em aula, identificando pontos que ainda precisam ser retomados. Pode ainda ser utilizado com a finalidade de avaliação somativa ou formativa, uma vez que possibilita a geração de relatório com as respostas de cada estudante e percentual de erros e acertos.
compreensão
O Plickers pode ser utilizado, por exemplo, em um contexto em que o docente propõe o uso de uma metodologia ativa em aula, como um estudo de caso, solicitando para que o estudante responda ao final a algumas perguntas de aplicação do conhecimento. O professor pode dar feedback imediato, retomando aspectos que ainda não tenham ficado claros.
aplicação
Podem ser elaboradas questões que estimulem o estudante a comparar, classificar, examinar, explicar, relacionar e investigar. Como o Plickers permite somente a criação de questões de múltipla escolha ou de verdadeiro ou falso, poderia ser empregado, por exemplo, ao longo de uma atividade para estimular o debate entre os estudantes.
análise
Podem ser elaboradas questões que estimulem os estudantes a realizarem julgamentos, a refletir e discutir, por meio de questões de múltipla escolha e de verdadeiro ou falso. Por exemplo, pode ser apresentado um breve cenário, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
plickers > comunidade de investigação
A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
presença SOCIAL
O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
plickers > comunidade de investigação
A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
presença SOCIAL
O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
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O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
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O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
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O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
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O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
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A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
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O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
presença SOCIAL
A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
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O Plickers pode ser empregado em atividades em equipe, estimulando a discussão e interação entre os membros para chegar a um consenso no momento da resposta.
presença SOCIAL
A presença de ensino pode ser promovida fazendo algumas perguntas sobre o plano de ensino e as atividades propostas, a fim de identificar se os estudantes compreenderam o funcionamento da disciplina.
presença de ensino
O Plickers pode ser utilizado para promoção da presença cognitiva, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação e para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
TBL
plickers > metodologias e estratégias
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
TBL
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fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
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fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
TBL
plickers > metodologias e estratégias
plickers > metodologias e estratégias
A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
TBL
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
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A atividade de team-based learning (TBL) envolve uma série de etapas, sendo que uma delas é a avaliação da garantia de preparo (readiness assurance test – RAT), a qual envolve uma fase individual e uma fase em grupo. Estas avaliações permitem verificar se o estudante está pronto para resolver testes individualmente, bem como para contribuir com a sua equipe. O Plickers pode ser empregado para realização desta etapa de avaliação, por meio de questões de múltipla escolha, fornecendo ao docente os resultados imediatamente.
TBL
PEER INSTRUCTION
Nessa metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Plickers.
fato ou fake
O Fato ou Fake é uma forma de realizar uma atividade diagnóstica, verificando os conhecimentos prévios dos estudantes, identificando se uma afirmação é verdadeira ou falsa. O Plickers pode ser utilizado para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar de forma imediata as respostas de cada estudante, dando feedback coletivo imediato. O Plickers pode ser utilizado em aulas online síncronas ou presenciais.
flipgrid > taxonomia de bloom
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
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O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
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O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
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O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
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O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
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O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
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O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
flipgrid > taxonomia de bloom
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
flipgrid > taxonomia de bloom
O Flipgrid permite que, ao criar um vídeo, o estudante escolha efeitos, stickers, adicione texto, entre outras possibilidades. O professor pode solicitar que os estudantes criem conteúdo autoral conectado à disciplina, utilizando a linguagem de vlogs, em vídeos de curta duração.
criação
O professor pode, por exemplo, criar uma atividade no Flipgrid na qual solicita aos seus estudantes descrevam diferentes conceitos que estejam conectados ao conteúdo estudado. Os conceitos listados pelo professor devem ser passíveis de uma ilustração rápida e concisa, para que o formato e tempo dos vídeos sejam adequados.
LEMBRANÇA
O Flipgrid pode ser utilizado para uma atividade em que os estudantes precisem exemplificar conceitos da disciplina. O professor precisará criar uma nova atividade e solicitar por vídeo ou por escrito que os estudantes apresentem exemplos de determinado contexto em seus vídeos.
compreensão
O professor pode criar uma atividade para que os estudantes postem vídeos deles fazendo uma demonstração ou experimento de curta duração. O professor pode escolher moderar as postagens, para que só sejam publicadas aquelas com demonstrações excelentes, que servirão como exemplo para o restante da turma em atividades futuras.
aplicação
O Flipgrid pode ser utilizado como um espaço no qual os estudantes postem as análises de determinado tópico, produto, ideia, etc. O professor pode criar uma atividade na qual solicita a análise de algo conectado com a disciplina e ativar a opção de moderação, que possibilita a autorização do professor para que os vídeos dos estudantes sejam visualizados por toda a classe.
análise
O professor pode solicitar que seus estudantes postem vídeos no Flipgrid defendendo suas opiniões. Os alunos também podem tecer críticas ou propor outras abordagens do tema. No caso de assuntos polêmicos, sugere-se que o professor use a opção de moderação dos vídeos, que só serão exibidos a toda a classe com a permissão do professor.
avaliação
flipgrid > comunidade de investigação
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
flipgrid > comunidade de investigação
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
flipgrid > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
flipgrid > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
flipgrid > comunidade de investigação
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
flipgrid > comunidade de investigação
O Flipgrid é um aplicativo excepcional para o fomento da presença social, pois ele permite que todos os participantes de uma mesma classe visualizem os vídeos dos colegas.
presença SOCIAL
Orientações dadas pelo professor quando cria a atividade. O professor pode postar essas orientações em formato de texto ou, se preferir, pode inserir um vídeo seu dando as informações necessárias para o estudante executar a atividade.
presença de ensino
O professor pode utilizar o Flipgrid no processo de investigação prática. Por exemplo, ele pode apresentar um evento desencadeador aos estudantes e solicitar para que eles, em seus vídeos de resposta, apresentem informações e ideias a respeito desse evento desencadeador. A partir desse momento, a turma pode passar às etapas de integração e resolução.
presença COGNITIVA
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
flipgrid > metodologias e estratégias
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
flipgrid > metodologias e estratégias
flipgrid > metodologias e estratégias
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
flipgrid > metodologias e estratégias
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
flipgrid > metodologias e estratégias
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
flipgrid > metodologias e estratégias
one minute thesis
O professor pode solicitar que os estudantes entreguem o resultado do One minute thesis através de vídeos no Flipgrid. Essa atividade pode ser realizada tanto em aulas síncronas (presenciais ou remotas), quanto assíncronas. Em momentos síncronos, ele pode explicar pessoalmente a atividade para os estudantes. Em assíncronos, ele pode gravar um vídeo apresentando a atividade e usar o editor do Fligrid para escrever a seleção de palavras em sua tela. Após esse momento, os estudantes realizam a atividade e postam suas respostas em forma de vídeo.
Em uma turma pequena, é possível utilizar o Flipgrid dentro da estratégia da Linha da Vida. Para isso, o professor propõe uma problemática e pede para que os estudantes gravem um vídeo se posicionando em relação a ela. Essa etapa da atividade pode ser feita de maneira assíncrona. Após isso, todos podem assistir aos posicionamentos e o professor pode passar aos feedbacks de maneira síncrona.
linha da vida
sala de aula invertida
O Flipgrid pode ser adicionado à dinâmica da Sala de Aula Invertida como atividade pré-aula, por exemplo. Durante a atividade que antecede a aula, o professor pode solicitar que os estudantes gravem um pequeno vídeo com alguma reflexão sobre o conteúdo, que pode ser um insight, um questionamento, uma dúvida, etc. Esses vídeos podem ser utilizados pontualmente durante a aula como motivadores de discussão.
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
miro > taxonomia de bloom
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
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O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
miro > taxonomia de bloom
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
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O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
miro > taxonomia de bloom
O Miro possui uma série de templates prontos para serem utilizados, de acordo com as necessidades do grupo de trabalho. Por isso, ao longo de um projeto em equipe que envolva a criação de um produto final, os estudantes podem fazer uso do aplicativo para auxiliar na organização, planejamento e gerenciamento das etapas.
criação
O Miro pode ser utilizado para a confecção de linhas do tempo, de forma simples e intuitiva. Nesse caso, o professor pode solicitar que os estudantes, em grupo ou individualmente, construam uma linha do tempo, em que organizem linearmente uma série de eventos ou conceitos.
LEMBRANÇA
O Miro pode ser utilizado na explicação ou exemplificação de um conceito. Por exemplo, o estudante ou grupo pode utilizar o aplicativo para criar um mapa conceitual a respeito de determinado tema, e recorrer às caixas de texto, setas e imagens para elaborar conexões e explicações mais aprofundadas.
compreensão
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para auxiliar na demonstração de conceitos ou procedimentos complexos através da facilitação visual. Por exemplo, em uma atividade que envolva conceitos abstratos, os estudantes podem utilizar o Miro para compreenderem etapas, ou partes desse conceito de maneira visual.
aplicação
O estudante ou grupo pode utilizar o Miro para facilitar visualmente uma atividade de correlação ou comparação entre conceitos. Por exemplo, pode-se utilizar uma diagramação clássica, dividindo os conteúdos analisados em duas colunas e utilizando setas, e caixas de texto para explicitar convergências e divergências.
análise
Em uma atividade que envolva a defesa de um ponto de vista, o Miro pode auxiliar na criação de brainstorm e organização das ideias de um grupo de trabalho. Os estudantes podem utilizar o Miro para a facilitação visual de atividades complexas.
avaliação
miro > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
miro > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
miro > comunidade de investigação
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
miro > comunidade de investigação
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
miro > comunidade de investigação
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
miro > comunidade de investigação
Por ser uma plataforma colaborativa, o Miro pode ser um importante aliado para a manutenção da presença social. Por exemplo, em uma determinada atividade em grupo, os participantes se organizam em torno de uma questão problema e utilizam o Miro para construírem, juntos, um mapa mental que explique essa questão e sua resolução.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Miro para facilitação visual do projeto de sua disciplina. Através das ferramentas do aplicativo, é possível organizar a sequência de conteúdos e atividades, tornando mais clara suas relações.
presença de ensino
Em uma atividade de investigação prática em grupos, o Flipgrid pode servir como um ótimo recurso para que os estudantes façam brainstorm, ou até mesmo, exponham os resultados de sua pesquisa.
presença COGNITIVA
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
miro >
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
miro > metodologias e estratégias
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
miro >
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
miro > metodologias e estratégias
miro >
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
miro > metodologias e estratégias
estudo de caso
As equipes de trabalho do Estudo de Caso podem utilizar o Miro como um auxiliar para as discussões, inclusive em brainstorms, uma vez que é possível interagir cooperativamente e de forma rápida através do aplicativo. Depois desse momento, os estudantes são capazes de visualizar as ideias, estabelecendo relações entre elas, como, por exemplo, o agrupamento de ideias similares. Utilizando o aplicativo também é possível ter um panorama geral da discussão e selecionar as ideias que pretendem investigar no trabalho.
O Miro pode ser um ótimo aliado na sistematização do conhecimento gerado ao longo da estratégia de Jigsaw, uma vez que pode ser alimentado cooperativamente pelos integrantes dos grupos. Ele pode ser utilizado na primeira parte da estratégia, no grupo de especialistas, de forma que os estudantes, ao longo de suas pesquisas, colaboram para a criação de um mapa conceitual que contenha os tópicos mais relevantes a serem abordados nas próximas etapas.
JIGSAW
PJBL
É possível usar o Miro para organizar as etapas do projeto, através de templates próprios para isso, como o Kanbam, o Workflow, Product roadmap, entre outros. Utilizando esse tipo de ferramentas, os grupos de trabalho são capazes de visualizar as etapas, relacioná-las com o tempo disponível para o projeto e também atribuir responsabilidades para os diferentes integrantes.
edpuzzle > taxonomia de bloom
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
edpuzzle > taxonomia de bloom
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
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Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
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Os estudantes podem criar suas estratégias de interação com o EdPuzzle de modo a compartilhar com a turma um produto relacionado com os temas da disciplina. Além disso, o professor ao disponibilizar um vídeo com questionamentos pode apresentar a situação real/complexa para que os estudantes criem soluções, produtos ou estratégias para resolvê-lo.
criação
Num momento pré ou pós-aula, trazendo uma parte de um vídeo relacionado a um tema relevante na disciplina, ou até mesmo parte de um vídeo do professor.
LEMBRANÇA
O professor pode editar um vídeo curto com comentários e perguntas em aula para que estudantes assistam e interajam com o material pouco depois de um trecho de aula expositiva. Assim o professor pode acompanhar se Compreensão, os estudantes respondem e podem receber feedback no próprio aplicativo, o que favorece a autorregulação.
compreensão
Por possuir a opção de inserção de perguntas abertas e de múltipla escolha, o professor pode criar questionamentos mais complexos que envolvam a aplicação de conceitos e estratégias em um vídeo que envolva algum problema ou contexto da área.
aplicação
Como permite utilizar vídeos das mais diferentes fontes, o professor pode selecionar um vídeo de um contexto real ou fictício (filme, série, documentário, por exemplo) e fazer pausas ao longo do vídeo (inserção de comentários e perguntas) para que analisem a situação ocorrida, relacionando a conceitos específicos da área.
análise
Da mesma forma que na análise, ao escolher um material, o professor pode solicitar que interpretem a situação, dando sugestões, interpretações ou soluções para o caso, relato ou cenário apresentado no material.
avaliação
edpuzzle > comunidade de investigação
O professor pode gravar um vídeo tratando de sua disciplina, falando dos pontos chave de seu alinhamento construtivo e editá-lo no EdPuzzle de modo a apresentar de uma forma mais atrativa e engajadora a sua disciplina.
presença de ensino
A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
presença SOCIAL
A edição de vídeos – sejam eles do professor ou disponíveis em canais como Youtube - oferece uma grande diversidade de temas e conteúdos para serem apresentados, questionados e retomados.
presença COGNITIVA
edpuzzle > comunidade de investigação
O professor pode gravar um vídeo tratando de sua disciplina, falando dos pontos chave de seu alinhamento construtivo e editá-lo no EdPuzzle de modo a apresentar de uma forma mais atrativa e engajadora a sua disciplina.
presença de ensino
A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
presença SOCIAL
A edição de vídeos – sejam eles do professor ou disponíveis em canais como Youtube - oferece uma grande diversidade de temas e conteúdos para serem apresentados, questionados e retomados.
presença COGNITIVA
edpuzzle > comunidade de investigação
A edição de vídeos – sejam eles do professor ou disponíveis em canais como Youtube - oferece uma grande diversidade de temas e conteúdos para serem apresentados, questionados e retomados.
presença COGNITIVA
A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
presença SOCIAL
O professor pode gravar um vídeo tratando de sua disciplina, falando dos pontos chave de seu alinhamento construtivo e editá-lo no EdPuzzle de modo a apresentar de uma forma mais atrativa e engajadora a sua disciplina.
presença de ensino
edpuzzle > comunidade de investigação
A edição de vídeos – sejam eles do professor ou disponíveis em canais como Youtube - oferece uma grande diversidade de temas e conteúdos para serem apresentados, questionados e retomados.
presença COGNITIVA
A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
presença SOCIAL
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A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
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O professor pode gravar um vídeo tratando de sua disciplina, falando dos pontos chave de seu alinhamento construtivo e editá-lo no EdPuzzle de modo a apresentar de uma forma mais atrativa e engajadora a sua disciplina.
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presença COGNITIVA
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A possibilidade de inserção de perguntas, comentários e até dublagem, pode trazer uma experiência personalizada de interação entre professor e estudante. Por exemplo, ao inserir um comentário em um vídeo envolvendo algo que ocorreu em uma aula, ou um questionamento feito em sala ou mesmo inserir comentários próprios daquele professor e turma, é possível criar um ambiente de interação mesmo de forma assíncrona.
presença SOCIAL
O professor pode gravar um vídeo tratando de sua disciplina, falando dos pontos chave de seu alinhamento construtivo e editá-lo no EdPuzzle de modo a apresentar de uma forma mais atrativa e engajadora a sua disciplina.
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A edição de vídeos – sejam eles do professor ou disponíveis em canais como Youtube - oferece uma grande diversidade de temas e conteúdos para serem apresentados, questionados e retomados.
presença COGNITIVA
One minute thesis
Após um trecho do vídeo, inserir uma pergunta (ou até um fala do professor – “voiceover”) para que os estudantes escrevam no próprio aplicativo sua resposta, gerando material para uma reflexão do professor e posterior discussão com a turma.
estudo de caso
Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
Criar um vídeo personalizado para uma pré-aula, assim os estudantes entram em contato com conceitos relevantes para a aula e não fazem isso de forma passiva, já que interagem com os comentários e questionamentos.
SALA DE AULA INVERTIDA
edpuzzle > metodologias e estratégias
One minute thesis
Após um trecho do vídeo, inserir uma pergunta (ou até um fala do professor – “voiceover”) para que os estudantes escrevam no próprio aplicativo sua resposta, gerando material para uma reflexão do professor e posterior discussão com a turma.
estudo de caso
Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
Criar um vídeo personalizado para uma pré-aula, assim os estudantes entram em contato com conceitos relevantes para a aula e não fazem isso de forma passiva, já que interagem com os comentários e questionamentos.
SALA DE AULA INVERTIDA
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Criar um vídeo personalizado para uma pré-aula, assim os estudantes entram em contato com conceitos relevantes para a aula e não fazem isso de forma passiva, já que interagem com os comentários e questionamentos.
SALA DE AULA INVERTIDA
estudo de caso
Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
One minute thesis
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Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
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estudo de caso
Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
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estudo de caso
Ao editar um vídeo, o docente pode apresentar todo o cenário para um estudo de caso, de modo que os estudantes vão recebendo os elementos do caso na forma de um vídeo, vão respondendo e interpretando o que é apresentado ao longo do vídeo. Podem ser criados vários vídeos, para que ao longo de algumas aulas o estudante vá refletindo sobre os diferentes elementos do caso. Como o professor recebe as respostas, pode ser uma interessante forma de acompanhar o progresso dos estudantes.
One minute thesis
Após um trecho do vídeo, inserir uma pergunta (ou até um fala do professor – “voiceover”) para que os estudantes escrevam no próprio aplicativo sua resposta, gerando material para uma reflexão do professor e posterior discussão com a turma.
Criar um vídeo personalizado para uma pré-aula, assim os estudantes entram em contato com conceitos relevantes para a aula e não fazem isso de forma passiva, já que interagem com os comentários e questionamentos.
SALA DE AULA INVERTIDA
forms > taxonomia de bloom
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
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Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
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Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
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O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
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Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
forms > taxonomia de bloom
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
forms > taxonomia de bloom
O professor pode criar um problema a ser resolvido com videos, imagens e escrito no Forms, e os estudantes podem criar ou reconstruir. O produto pode ser entreque via Forms. Neste mesmo Forms, o professor pode incluir um checklist, auto avaliação discente e avaliação da disciplina.
criação
No Forms, podem ser realizadas perguntas para os estudantes recordar conceitos e informações. Estas questões podem ser escritas, imagens ou vídeos. O Forms pode ser feito na pré-aula, pós-aula ou na aula, identificando e dando feedback sobre os conhecimentos dos estudantes durante as estratégias utilizadas pelo docente.
LEMBRANÇA
Utilizando as opções das questões do Forms, o professor pode criar fatos e ideias possibilitando ao estudante demonstrar o entendimento, descrevendo as ideias. O feedback automático pode ser utilizado para atividades formativas. O próprio estudante pode refletir sobre seu erro. O relatório no Excel possibilita analisar as porcentagens de erros e acertos e o professor revisitar sua prática.
compreensão
O Forms pode ser utilizado durante as estratégias das aulas do professor, criando questões com contexto, utilizando a escrita, imagens e vídeos. Os estudantes podem responder com a entrega de um arquivo contendo a resolução do problema em vários formatos, demonstrando o uso do conhecimento adquirido em situações novas.
aplicação
Como Forms permite opções de questões, o professor pode cria questões com diferentes contextos estimulando o estudante a classificar, examinar, poderia ser empregado em momentos de avaliação, reflexão e mesmo de debate em sala. O professor utiliza as respostas como fonte do debate. Possibilitando o estudante examinar, explicar, relacionar e investigar os fatos por partes e relacioná-los.
análise
O estudante pode expor suas opiniões, em questões abertas do Forms, no julgamento da qualidade do próprio trabalho ou dos colegas. As rubricas e checklists, podem ser utilizadas como questões fechadas do Forms. Criar cenário no Forms, com imagens, vídeos ou escrito, em que os estudantes precisem refletir se a decisão tomada foi a mais adequada ou não, com base no que estudaram. A partir da resposta dos estudantes, o professor pode estimular o debate e dar feedback.
avaliação
forms > comunidade de investigação
Para gerar a presença de ensino, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante. Em todos os formulários bem como nas provas, é importante fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder. Portanto, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante, e, ao aplicar o Forms, fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder.
presença de ensino
Para gerar a presença social, você pode utilizar, dentro do Forms, um videoclipe para estimular a comunicação aberta e a coesão da comunidade, em que o professor dá as boas-vindas aos estudantes, introduz a disciplina ou apresenta a questão.
Esta situação pode ser utilizada na avaliação diagnóstica de início de disciplina, durante e no final para uma auto avaliação docente e discente. Além disso, é possível criar feedbacks individualizados ou os imediatos, definir o Forms com temas, criar questões buscando a interação com as experiências dos estudantes, criar Forms colaborativos e
criar caminhos alternativos possibilitando a Gamificação.
presença SOCIAL
Na presença cognitiva, é possível criar um Forms de reflexão sobre a aprendizagem, com questões autênticas, descrições de casos, imagens reais, vídeos reais e experiências da visa profissional. O Forms pode ser utilizado na avaliação formativa e somativa.
presença COGNITIVA
forms > comunidade de investigação
Para gerar a presença de ensino, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante. Em todos os formulários bem como nas provas, é importante fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder. Portanto, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante, e, ao aplicar o Forms, fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder.
presença de ensino
Para gerar a presença social, você pode utilizar, dentro do Forms, um videoclipe para estimular a comunicação aberta e a coesão da comunidade, em que o professor dá as boas-vindas aos estudantes, introduz a disciplina ou apresenta a questão.
Esta situação pode ser utilizada na avaliação diagnóstica de início de disciplina, durante e no final para uma auto avaliação docente e discente. Além disso, é possível criar feedbacks individualizados ou os imediatos, definir o Forms com temas, criar questões buscando a interação com as experiências dos estudantes, criar Forms colaborativos e
criar caminhos alternativos possibilitando a Gamificação.
presença SOCIAL
Na presença cognitiva, é possível criar um Forms de reflexão sobre a aprendizagem, com questões autênticas, descrições de casos, imagens reais, vídeos reais e experiências da visa profissional. O Forms pode ser utilizado na avaliação formativa e somativa.
presença COGNITIVA
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Na presença cognitiva, é possível criar um Forms de reflexão sobre a aprendizagem, com questões autênticas, descrições de casos, imagens reais, vídeos reais e experiências da visa profissional. O Forms pode ser utilizado na avaliação formativa e somativa.
presença COGNITIVA
Para gerar a presença social, você pode utilizar, dentro do Forms, um videoclipe para estimular a comunicação aberta e a coesão da comunidade, em que o professor dá as boas-vindas aos estudantes, introduz a disciplina ou apresenta a questão.
Esta situação pode ser utilizada na avaliação diagnóstica de início de disciplina, durante e no final para uma auto avaliação docente e discente. Além disso, é possível criar feedbacks individualizados ou os imediatos, definir o Forms com temas, criar questões buscando a interação com as experiências dos estudantes, criar Forms colaborativos e
criar caminhos alternativos possibilitando a Gamificação.
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Para gerar a presença social, você pode utilizar, dentro do Forms, um videoclipe para estimular a comunicação aberta e a coesão da comunidade, em que o professor dá as boas-vindas aos estudantes, introduz a disciplina ou apresenta a questão.
Esta situação pode ser utilizada na avaliação diagnóstica de início de disciplina, durante e no final para uma auto avaliação docente e discente. Além disso, é possível criar feedbacks individualizados ou os imediatos, definir o Forms com temas, criar questões buscando a interação com as experiências dos estudantes, criar Forms colaborativos e
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Para gerar a presença de ensino, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante. Em todos os formulários bem como nas provas, é importante fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder. Portanto, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante, e, ao aplicar o Forms, fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder.
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Para gerar a presença social, você pode utilizar, dentro do Forms, um videoclipe para estimular a comunicação aberta e a coesão da comunidade, em que o professor dá as boas-vindas aos estudantes, introduz a disciplina ou apresenta a questão.
Esta situação pode ser utilizada na avaliação diagnóstica de início de disciplina, durante e no final para uma auto avaliação docente e discente. Além disso, é possível criar feedbacks individualizados ou os imediatos, definir o Forms com temas, criar questões buscando a interação com as experiências dos estudantes, criar Forms colaborativos e
criar caminhos alternativos possibilitando a Gamificação.
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Para gerar a presença de ensino, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante. Em todos os formulários bem como nas provas, é importante fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder. Portanto, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante, e, ao aplicar o Forms, fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder.
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Na presença cognitiva, é possível criar um Forms de reflexão sobre a aprendizagem, com questões autênticas, descrições de casos, imagens reais, vídeos reais e experiências da visa profissional. O Forms pode ser utilizado na avaliação formativa e somativa.
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Para gerar a presença de ensino, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante. Em todos os formulários bem como nas provas, é importante fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder. Portanto, você pode criar um Forms com os temas e atividade do plano de ensino, plano de aula e grau de acompanhamento do estudante, e, ao aplicar o Forms, fornecer as instruções do Forms que o respondente irá responder.
presença de ensino
Na presença cognitiva, é possível criar um Forms de reflexão sobre a aprendizagem, com questões autênticas, descrições de casos, imagens reais, vídeos reais e experiências da visa profissional. O Forms pode ser utilizado na avaliação formativa e somativa.
presença COGNITIVA
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
SALA DE AULA INVERTIDA
FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
pjbj
A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
forms >
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
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FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
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A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
forms > metodologias e estratégias
pjbj
A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
SALA DE AULA INVERTIDA
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A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
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FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
pjbj
A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
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FATO OU FAKE
O Fato ou Fake pode ser utilizado durante os vários momentos da aula, síncronas ou presenciais, como forma de engajamento realizando o diagnóstico pontual do andamento da aula. O Forms pode ser utilizado para criar questões com afirmações de verdadeiro e falso, Fato ou Fake. O feedback pode ser coletivo imediato, utilizando as apresentações gráficas disponíveis no Forms.
pjbj
A avaliação individual dos membros da equipe pode ser realizada via Forms com questões abertas e fechadas e feedback e notas individuais, promove motivação ampliando o senso de progresso e de domínio na aprendizagem, desenvolvimento de sentimento de competência. O acompanhamento das ações das equipes em checklist no Forms das etapas do projeto, traz como resultado planilha de Excel e apresentações gráficas para feedbacks coletivos, podendo ser observado o desenvolvimento coletivo ou individual do projeto. O professor promove autonomia, dando suporte às iniciativas dos estudantes sobre as decisões do projeto e da aprendizagem. Na apresentação do produto do PjBL, oral ou escrito, as próprias rubricas ou questões reflexivas podem estar na forma de questões no Forms, e serem utilizadas para autoavaliação da equipe e reflexão dos pares com contribuições nas equipes.
Na pré-aula o estudante gera um produto a partir do seu estudo dos materiais indicados pelo professor. Este produto poderia ser no Forms, questões elaboradas pelos estudantes ou questões para os estudantes responderem. Com o Excel com as respostas, o professor terá o diagnóstico da aprendizagem e pode aprofundar o momento da aula. E no pó-aula o Forms pode ser utilizado para a reflexão com perguntas do tipo: o que aprendi, o que não aprendi e o que irei fazer para aprender. A partir do Excel das respostas, tanto o estudante quanto o professor poderão avaliar suas atividades e desenvolver um plano de ação.
SALA DE AULA INVERTIDA
mentimeter > taxonomia de bloom
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
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O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
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O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
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O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
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Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
mentimeter > taxonomia de bloom
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
mentimeter > taxonomia de bloom
O Mentimeter pode ser um aliado importante em atividades de criação. Por exemplo, em uma atividade em que os estudantes precisem elaborar um storytelling, eles podem desenvolver questões de engajamento para complementar a atividade. Para isso, podem utilizar questões de múltipla escolha, nuvem de palavras e até mesmo “Q&A”, para que a audiência elabore questões para eles.
criação
Por meio do Mentimeter é possível criar uma avaliação diagnóstica como forma de obtenção de dados a respeito dos conhecimentos dos estudantes, na qual estes sejam estimulados a recordar conceitos e informações. Para isso, o professor pode criar um quizz com uma série de questões de múltipla escolha ou abertas, podendo também determinar que a ferramenta só libere a próxima pergunta a seu comando. Dessa forma, o professor também pode aliar o feedback imediato a essa prática diagnóstica.
LEMBRANÇA
O professor pode utilizar o Mentimeter para criar questões que envolvam a compreensão de um determinado conteúdo visto em uma atividade de pré-aula e aplicá-las em momentos chave da aula. Por exemplo, ao aplicar a atividade no começo da aula, o professor obterá um diagnóstico do nível geral de compressão da turma, podendo guiar as próximas atividades a partir desses dados.
compreensão
O professor pode utilizar o Mentimeter para elaborar questões que convidem o estudante a aplicar seus conhecimentos, a partir de uma situação pautada na realidade. Por exemplo, em um estudo de caso, podem ser coletadas sugestões de resolução dos problemas propostos a partir da funcionalidade de questão aberta.
aplicação
O Mentimeter pode ser utilizado para levantamento de dados em projetos que envolvam análise pela parte dos estudantes. Os estudantes podem se reunir em grupos e elaborarem questionários com base no tipo de dados que precisam coletar e compartilhá-los para serem respondidos através do link fornecido pela ferramenta ou por Qr-code.
análise
Ao longo de uma atividade de debate, por exemplo, o Mentimeter pode ser utilizado como forma de verificação do posicionamento dos estudantes acerca dos posicionamentos elaborados pelos debatedores, levando em consideração critérios previamente estipulados. Isso pode ser feito através de questões de múltipla escolha, de questões abertas, de escala, etc.
avaliação
mentimeter > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
mentimeter > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
mentimeter > comunidade de investigação
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
mentimeter > comunidade de investigação
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
mentimeter > comunidade de investigação
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
mentimeter > comunidade de investigação
É possível organizar votações simples e rápidas com o Mentimeter, para que o professor sempre fique a par da opinião dos seus estudantes a respeito de assuntos da aula. Particularmente, em questões polêmicas, é útil perguntar o posicionamento dos estudantes de modo geral, o que pode ser um excelente ponto de partida para discussões aprofundadas.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Mentimeter como auxiliar em momentos de explicação de atividades e projetos complexos. Por exemplo, é possível criar uma enquete no modo “Q&A”, na qual os estudantes podem submeter perguntas para o apresentador, de modo anônimo, e que são exibidas a todos os visualizadores. Ao terminar a apresentação da atividade, o professor pode abrir para perguntas e cometar cada uma delas em seguida.
presença de ensino
O Mentimeter pode auxiliar na promoção da presença cognitiva, por exemplo, por meio da criação de perguntas que estimulem a investigação; ao longo do processo, para tirar dúvidas; e, ao final, para certificar-se que os estudantes chegaram ao resultado esperado.
presença COGNITIVA
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
mentimeter > metodologias e estratégias
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
mentimeter > metodologias e estratégias
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
mentimeter > metodologias e estratégias
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
mentimeter > metodologias e estratégias
mentimeter > metodologias e estratégias
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
mentimeter > metodologias e estratégias
one minute thesis
Com a funcionalidade de questões “open ended”, você pode trabalhar com a turma a estratégia de One minute Thesis. Para isso, é necessário criar um slide com a lista de palavras a ser utilizada, solicitar aos estudantes que escolham uma quantidade pré-definida de palavras para refletirem e sugerirem, com elas, uma tese. Após isso, em um slide de “open ended question”, os estudantes poderão submeter suas teses, que serão exibidas para a turma toda. Depois disso, o professor pode abrir para discussão ou fazer seu feedback.
PEER INSTRUCTION
Nesta metodologia, há um momento de breve exposição inicial, seguido de perguntas respondidas individualmente, discutidas em pares (caso haja percentual de acertos entre 30 e 70%), seguida de nova resposta e conclusão com mediação do professor. As perguntas podem ser feitas por meio do Mentimeter, lembrando de deixar as respostas ocultas no primeiro momento, uma vez que os estudantes ainda irão discutir com os pares dependendo do percentual de acertos.
Nessa estratégia, o professor apresenta afirmações que podem ser fatos ou podem ser mitos e abre para a votação entre os estudantes. Utilizando o Mentimeter, é possível fazer uma votação rápida e ter acesso simultâneo aos resultados. A partir daí, o professor pode fazer um feedback imediato ou abrir para a discussão dos alunos.
fato ou fake
jamboard > taxonomia de bloom
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
jamboard > taxonomia de bloom
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
jamboard > taxonomia de bloom
Em um trabalho que envolva criação de um produto, por exemplo, o Jamboard pode ser utilizado para a criação de um brainstorm entre os integrantes que podem, autonomamente, inserir e conectar ideias. Além disso, ele também pode auxiliar em fases de planejamento, sendo um excelente facilitador visual.
criação
O Jamboard pode ser uma ferramenta muito útil em atividades de agrupamento e ordenação de informação. Por exemplo, o professor pode pedir que os estudantes se dividam em grupos e cada equipe faça um quadro listando informações recuperadas sobre determinado tema de estudo. Após isso, os estudantes podem organizar as informações visualmente, ordenando-as.
LEMBRANÇA
Por ser uma ferramenta essencialmente visual, o Jamboard pode ser utilizado em atividades que demandem explicação e exemplificação. Por exemplo, o professor pode dividir a sala em grupos e solicitar que cada equipe se debruce sobre um tema de estudo, de forma a construir um quadro explanatório sobre esse tema, com exemplos. Os estudantes poderão utilizar as ferramentas de texto e imagem para criar o quadro, definindo os pontos chave do estudo.
compreensão
O professor pode predefinir um Jamboard com espaços determinados para que os estudantes completem com dados de aplicação de um tema de estudo, cálculos, esboços, etc. Para isso, o professor precisará criar previamente uma página de Jamboard, com as instruções e espaços, e duplicá-la quantas vezes quiser, atribuindo uma página copiada a cada aluno ou equipe de trabalho.
aplicação
O Jamboard pode ser utilizado em uma atividade que demande aos alunos esquematizarem determinado tema de estudo, utilizando notas, ilustrações e conexões entre os conceitos explicitados. Para isso, o professor pode criar um Jamboard com múltiplas páginas e atribuir a cada estudante ou grupo de trabalho uma página específica.
análise
Em uma atividade que demande apresentação e argumentação, em prol da defesa de um ponto de vista, os estudantes podem utilizar o Jamboard como um facilitador visual da construção do seu argumento, através da utilização de notas adesivas e imagens, conectando-as entre si.
avaliação
jamboard > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
jamboard > comunidade de investigação
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
jamboard > comunidade de investigação
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
jamboard > comunidade de investigação
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
jamboard > comunidade de investigação
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
jamboard > comunidade de investigação
O Jamboard facilita a colaboração síncrona entre seus usuários, oferecendo uma interface amigável e de atualização rápida, o que pode ser utilizado no fomento à presença social. Por isso, ele pode ser utilizado na construção de Brainstorms, mapas mentais, esboços de projetos e outros tipos de atividade que necessitem de tomada de notas rápidas e facilidade na disposição gráfica dos elementos.
presença SOCIAL
O professor pode utilizar o Jamboard como um espaço para a publicação do seu plano de aula ou do plano de atividades, aproveitando a possibilidade de explicitar conexões entre as partes através do uso de setas ou sublinhando partes. Se os estudantes estiverem acompanhando a lousa, eles verão os traços do professor simultaneamente à explicação. Nesse caso, o professor deverá criar a lousa, preparando-a com as informações necessárias anteriormente, e, durante a aula síncrona (remota, hyflex ou presencial) poderá exibir o Jamboard aos estudantes, utilizando-o de forma análoga ao quadro branco, por exemplo. A vantagem reside na facilidade da visualização pelos estudantes, que será mais nítida no caso do remoto, e que também permitirá aos estudantes que façam prints da tela, ou mesmo que façam o download em pdf para consulta futura.
presença de ensino
Na etapa da exploração, por exemplo, o professor pode pedir que os grupos de trabalho registrem seus achados utilizando o Jamboard. Assim, o grupo todo é capaz de observar e interagir com as contribuições de cada membro, mobilizando e internalizando e, assim, alcançando a aprendizagem.
presença COGNITIVA
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
jamboard > metodologias e estratégias
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
jamboard > metodologias e estratégias
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
jamboard > metodologias e estratégias
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
jamboard > metodologias e estratégias
jamboard > metodologias e estratégias
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
jamboard > metodologias e estratégias
estudo de caso
As equipes de trabalho em uma atividade de Estudo de Caso podem utilizar o Jamboard como um espaço para a sistematização e agrupamento de ideias em torno do caso que estão discutindo. As equipes podem manter seu quadro atualizado ao longo da atividade, recorrendo a ele para tirarem dúvidas ou retomarem dados necessários. Se o professor julgar proveitoso, ele próprio pode criar as telas com o caso a ser estudado, deixando espaço para as anotações e intervenções da equipe.
Na etapa em que os estudantes especialistas se reúnem para pesquisar a respeito de seus subtemas, o Jamboard pode ser utilizado como um espaço de colaboração para o desenvolvimento de um material de apoio, com palavras-chave, sínteses e ilustrações que irá auxiliá-los na apropriação do tema.
jigsaw
PJBL
É possível utilizar o Jamboard no desenvolvimento da etapa de Brainstorm em projetos. Por se tratar de uma ferramenta colaborativa síncrona, é possível trabalhar em aulas presenciais, remotas e até mesmo em aulas híbridas, pois os estudantes do grupo podem utilizar o Jamboard em seus celulares ou computadores pessoais. É importante, nessas atividades, estabelecer um combinado com os estudantes de que as contribuições não podem ser apagadas do Jamboard a não ser que haja consenso entre os participantes.
metodologias e
estratégias ativas
metodologias e
estratégias ativas
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
one minute thesis
One minute Thesis é uma estratégia de engajamento, na qual o professor solicita que os estudantes selecionem uma série de palavras em uma lista para incluir na composição de uma frase (tese) que responda a uma questão previamente estabelecida a respeito dos conteúdos da aula.
Essa estratégia pode ser utilizada como uma atividade diagnóstica, para verificar conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas de estudo que serão abordados em uma aula. Além disso, a One minute thesis pode ser aplicada ao final de uma aula conceitual, como forma de avaliação formativa, em que os próprios estudantes terão a oportunidade de discutir e corrigir equívocos que possam aparecer.
O feedback ideal é o coletivo, uma vez que é uma estratégia que pode ser feita em anonimato, o que deixa os(as) estudantes com menos receio de errar!
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a conexão de aprendizagens;
- É ótima para aprender algo novo;
- Auxilia o estudante a organizar o conhecimento,
- Estimula a aprendizagem colaborativa.
É possível utilizar o Mentimeter no caso de encontros presenciais e/ou remotos, e compartilhar todas as respostas com os(as) estudantes. A partir delas, é possível corrigir erros conceituais e/ou de senso comum, direcionar explicações sobre conceitos específicos e até utilizá-las como exemplos, retomando-as ao longo da aula.
A criação de um formulário no Forms pode auxiliar na organização e controle das submissões pelos estudantes, além de possibilitar que o professor projete as respostas para toda a turma sequencialmente.
O professor pode criar um Padlet para essa estratégia, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega da tese através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
one minute thesis
One minute Thesis é uma estratégia de engajamento, na qual o professor solicita que os estudantes selecionem uma série de palavras em uma lista para incluir na composição de uma frase (tese) que responda a uma questão previamente estabelecida a respeito dos conteúdos da aula.
Essa estratégia pode ser utilizada como uma atividade diagnóstica, para verificar conhecimentos prévios dos estudantes sobre os temas de estudo que serão abordados em uma aula. Além disso, a One minute thesis pode ser aplicada ao final de uma aula conceitual, como forma de avaliação formativa, em que os próprios estudantes terão a oportunidade de discutir e corrigir equívocos que possam aparecer.
O feedback ideal é o coletivo, uma vez que é uma estratégia que pode ser feita em anonimato, o que deixa os(as) estudantes com menos receio de errar!
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a conexão de aprendizagens;
- É ótima para aprender algo novo;
- Auxilia o estudante a organizar o conhecimento,
- Estimula a aprendizagem colaborativa.
É possível utilizar o Mentimeter no caso de encontros presenciais e/ou remotos, e compartilhar todas as respostas com os(as) estudantes. A partir delas, é possível corrigir erros conceituais e/ou de senso comum, direcionar explicações sobre conceitos específicos e até utilizá-las como exemplos, retomando-as ao longo da aula.
A criação de um formulário no Forms pode auxiliar na organização e controle das submissões pelos estudantes, além de possibilitar que o professor projete as respostas para toda a turma sequencialmente.
O professor pode criar um Padlet para essa estratégia, uma vez que a ferramenta permite o compartilhamento de edição. Assim, o professor pode criar uma caixa com a série de palavras para os estudantes selecionarem e, estes podem fazer a entrega da tese através da inserção de caixas de texto na interface compartilhada.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
linha da vida
O conceito da estratégia da Linha da Vida é muito simples, e o melhor é que ela pode ser aplicada de várias formas diferentes. A ideia essencial é fazer com que os estudantes escolham entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a aprendizagem colaborativa;
- Identifica equívocos;
- Estimula a metacognição;
- Permite discussões e perguntas.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, nos quais os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
linha da vida
O conceito da estratégia da Linha da Vida é muito simples, e o melhor é que ela pode ser aplicada de várias formas diferentes. A ideia essencial é fazer com que os estudantes escolham entre duas opções, de forma com que os demais consigam observar as escolhas que cada colega fez.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a aprendizagem colaborativa;
- Identifica equívocos;
- Estimula a metacognição;
- Permite discussões e perguntas.
No Padlet, o professor pode criar espaços específicos de “concordo” e “não concordo”, nos quais os estudantes poderão inserir caixas com as razões pelas quais escolheram determinado posicionamento. Para mais informações, confira a sessão “passo a passo”.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
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Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
ONE MINUTE PAPER
O One minute paper é uma estratégia que propõe ao estudante a reflexão e escrita sobre o processo de aprendizagem a partir do estabelecimento de questões levantadas pelo professor ou da redação de questionamentos por parte dos estudantes.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a reflexão sobre o que aprendeu e sobre as dificuldades na aprendizagem;
- Possibilita criar estratégias para aprender o que não aprendeu;
- Responsabiliza o estudante pelo processo de aprendizagem;
- Estimula a metacognição;
- Pode servir como feedback para o professor.
O Jamboard pode ser utilizado para compilar as questões escritas pelos estudantes, quando o One Minute Paper é realizado com perguntas mais objetivas. Para isso, o professor cria um Jamboard e abre para a colaboração dos estudantes que, ao entrarem nesse ambiente, podem escrever suas dúvidas de forma anônima, ou se identificando.
Ideal para utilizar quando o professor não quiser que os estudantes vejam as respostas dos colegas. Além disso, na estruturação do formulário é possível fazer mais perguntas e que exijam maior reflexão dos estudantes. Para isso, o professor cria um novo formulário cujas respostas são no formato texto e compartilha o link para a turma. Ao final da atividade, o professor poderá acessar as respostas individualmente, ou como um todo, para dar sequência ao feedback.
O Padlet pode ser utilizado para compilar as questões escritas pelos estudantes, quando o One Minute Paper é realizado com perguntas mais objetivas. Para isso, o professor cria um ambiente colaborativo no Padlet, estipulando a questão norteadora e, os estudantes postam suas contribuições de anonimamente, ou se identificando.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
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presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
ONE MINUTE PAPER
O One minute paper é uma estratégia que propõe ao estudante a reflexão e escrita sobre o processo de aprendizagem a partir do estabelecimento de questões levantadas pelo professor ou da redação de questionamentos por parte dos estudantes.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula a reflexão sobre o que aprendeu e sobre as dificuldades na aprendizagem;
- Possibilita criar estratégias para aprender o que não aprendeu;
- Responsabiliza o estudante pelo processo de aprendizagem;
- Estimula a metacognição;
- Pode servir como feedback para o professor.
O Jamboard pode ser utilizado para compilar as questões escritas pelos estudantes, quando o One Minute Paper é realizado com perguntas mais objetivas. Para isso, o professor cria um Jamboard e abre para a colaboração dos estudantes que, ao entrarem nesse ambiente, podem escrever suas dúvidas de forma anônima, ou se identificando.
Ideal para utilizar quando o professor não quiser que os estudantes vejam as respostas dos colegas. Além disso, na estruturação do formulário é possível fazer mais perguntas e que exijam maior reflexão dos estudantes. Para isso, o professor cria um novo formulário cujas respostas são no formato texto e compartilha o link para a turma. Ao final da atividade, o professor poderá acessar as respostas individualmente, ou como um todo, para dar sequência ao feedback.
O Padlet pode ser utilizado para compilar as questões escritas pelos estudantes, quando o One Minute Paper é realizado com perguntas mais objetivas. Para isso, o professor cria um ambiente colaborativo no Padlet, estipulando a questão norteadora e, os estudantes postam suas contribuições de anonimamente, ou se identificando.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
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no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
fato ou fake
O Fato ou Fake, ou Mitos e Verdades, é uma forma rápida e divertida de realizar uma atividade diagnóstica com a turma e poder verificar os conhecimentos prévios dos estudantes. Mas, você também pode utilizá-la ao final de uma aula expositiva, em que deseja verificar se alguns pontos dos temas de estudo abordados foram compreendidos pela turma e, caso não, retomá-los.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- O caráter lúdico da dinâmica conduz ao comprometimento das equipes;
- Motiva a troca de saberes;
- Proporciona conhecimento científico quebrando tabus e o senso comum sobre o tema.
Pode-se utilizar o Kahoot para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. Quando acertam, os estudantes recebem pontos que, ao final, são mostrados em um ranking de acertos com a relação de todos os estudantes que participaram. É possível utilizá-lo em uma aula presencial, hyflex ou remota para fazer as votações. Você pode oferecer feedback imediato após a votação de cada uma das afirmações presentes na atividade.
Pode-se utilizar o Plickers para criar um questionário com as respostas “fake” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar a relação de respostas dadas enquanto elas acontecem e ter uma relação dos nomes dos participantes e de suas respostas. Pode-se utilizar o Plickers em aulas síncronas, presenciais ou remotas. Após essa etapa, passa-se ao feedback imediato.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, seguida pela socialização das teses e feedback
do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Discussão no grande grupo no momento
dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
fato ou fake
O Fato ou Fake, ou Mitos e Verdades, é uma forma rápida e divertida de realizar uma atividade diagnóstica com a turma e poder verificar os conhecimentos prévios dos estudantes. Mas, você também pode utilizá-la ao final de uma aula expositiva, em que deseja verificar se alguns pontos dos temas de estudo abordados foram compreendidos pela turma e, caso não, retomá-los.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- O caráter lúdico da dinâmica conduz ao comprometimento das equipes;
- Motiva a troca de saberes;
- Proporciona conhecimento científico quebrando tabus e o senso comum sobre o tema.
Pode-se utilizar o Kahoot para criar um questionário com as respostas “fato” e “fake” para cada afirmação. Quando acertam, os estudantes recebem pontos que, ao final, são mostrados em um ranking de acertos com a relação de todos os estudantes que participaram. É possível utilizá-lo em uma aula presencial, hyflex ou remota para fazer as votações. Você pode oferecer feedback imediato após a votação de cada uma das afirmações presentes na atividade.
Pode-se utilizar o Plickers para criar um questionário com as respostas “fake” e “fake” para cada afirmação. É possível visualizar a relação de respostas dadas enquanto elas acontecem e ter uma relação dos nomes dos participantes e de suas respostas. Pode-se utilizar o Plickers em aulas síncronas, presenciais ou remotas. Após essa etapa, passa-se ao feedback imediato.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, seguida pela socialização das teses e feedback
do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Discussão no grande grupo no momento
dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
JIGSAW
Jigsaw é uma técnica de aprendizagem cooperativa baseada em pesquisa desenvolvida no início dos anos 1970 por Elliot Aronson. Neste método, o trabalho desenvolvido por cada estudante é fundamental para a conclusão e compreensão do trabalho final, como acontece ao montar um quebra-cabeças.
Os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- O incentivo à escuta, ao envolvimento e à empatia, atribuindo a cada membro da equipe um papel essencial para a conclusão da atividade;
- A interdependência dos membros da equipe para obtenção de sucesso;
- O desenvolvimento de competências sociais e argumentativas, da autonomia e da responsabilidade individual;
- Redução de conflitos;
- Promoção de melhor experiência de aprendizado, melhorando a motivação e o engajamento dos estudantes.
O mentimeter pode ser utilizado ao final, para fazer um quiz para os estudantes, a fim de verificar se não houve equívocos durante o processo. Ele pode ser empregado tanto em encontros presenciais como remotos, permitindo que compartilhe as respostas com os estudantes. A partir delas, é possível identificar aspectos que ainda não tenham ficado claros e dar feedback acerca de cada questão, reforçando os pontos que ainda estão gerando dúvidas.
O Kahoot pode ser empregado como estratégia de avaliação ao final da atividade. Por meio de gamificação podem ser apresentadas várias questões sobre a temática estudada, pensadas especificamente para retomar os principais aspectos discutidos. Os estudantes que conseguem responder de forma mais ágil e corretamente pontuam mais e vão subindo no ranking de acertos. Após cada pergunta, o aplicativo disponibiliza a quantidade de acertos e erros, sendo interessante para oferecer feedback imediato aos estudantes. Essa ferramenta pode ser empregada em aula presencial, hyflex ou remota para fazer as votações.
O Teams pode ser utilizado para postar os arquivos referentes a cada subtema, disponibilizando material de apoio aos estudantes no guia “arquivos”; e para criar salas para sessão de grupo, dividindo os estudantes em pequenos grupos durante a aula. Você pode abrir e fechar as salas mais de uma vez durante uma sessão ou mover participantes entre as salas. Desse modo, os estudantes podem ser divididos em equipes (inicialmente de Jigsaw, redivididos em equipes de “especialistas”, retornando ao final para as equipes de Jigsaw). Além disso, ao final, você pode fazer o quiz por meio de votação utilizando a funcionalidade de “levantar a mão” ao concordar com determinada afirmação.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
JIGSAW
Jigsaw é uma técnica de aprendizagem cooperativa baseada em pesquisa desenvolvida no início dos anos 1970 por Elliot Aronson. Neste método, o trabalho desenvolvido por cada estudante é fundamental para a conclusão e compreensão do trabalho final, como acontece ao montar um quebra-cabeças.
Os estudantes trabalham em equipes para entender em profundidade uma parte de um tema mais amplo, tornando-se um “especialista” para, em seguida, compartilhar as informações obtidas com os outros membros da equipe.
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- O incentivo à escuta, ao envolvimento e à empatia, atribuindo a cada membro da equipe um papel essencial para a conclusão da atividade;
- A interdependência dos membros da equipe para obtenção de sucesso;
- O desenvolvimento de competências sociais e argumentativas, da autonomia e da responsabilidade individual;
- Redução de conflitos;
- Promoção de melhor experiência de aprendizado, melhorando a motivação e o engajamento dos estudantes.
O mentimeter pode ser utilizado ao final, para fazer um quiz para os estudantes, a fim de verificar se não houve equívocos durante o processo. Ele pode ser empregado tanto em encontros presenciais como remotos, permitindo que compartilhe as respostas com os estudantes. A partir delas, é possível identificar aspectos que ainda não tenham ficado claros e dar feedback acerca de cada questão, reforçando os pontos que ainda estão gerando dúvidas.
O Kahoot pode ser empregado como estratégia de avaliação ao final da atividade. Por meio de gamificação podem ser apresentadas várias questões sobre a temática estudada, pensadas especificamente para retomar os principais aspectos discutidos. Os estudantes que conseguem responder de forma mais ágil e corretamente pontuam mais e vão subindo no ranking de acertos. Após cada pergunta, o aplicativo disponibiliza a quantidade de acertos e erros, sendo interessante para oferecer feedback imediato aos estudantes. Essa ferramenta pode ser empregada em aula presencial, hyflex ou remota para fazer as votações.
O Teams pode ser utilizado para postar os arquivos referentes a cada subtema, disponibilizando material de apoio aos estudantes no guia “arquivos”; e para criar salas para sessão de grupo, dividindo os estudantes em pequenos grupos durante a aula. Você pode abrir e fechar as salas mais de uma vez durante uma sessão ou mover participantes entre as salas. Desse modo, os estudantes podem ser divididos em equipes (inicialmente de Jigsaw, redivididos em equipes de “especialistas”, retornando ao final para as equipes de Jigsaw). Além disso, ao final, você pode fazer o quiz por meio de votação utilizando a funcionalidade de “levantar a mão” ao concordar com determinada afirmação.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações dadas pelo professor ao longo da estratégia. Confira como fazer no passo a passo.
Aprendizado pela reflexão inicial do estudante, participação na interface colaborativa, seguida pela socialização e defesa das respostas e feedback do professor. Confira como fazer no passo a passo.
Suporte do professor, participação na interface colaborativa, discussão no grande grupo no momento dos feedbacks. Confira como fazer no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
storytelling
O storytelling é uma metodologia que utiliza a arte de contar histórias para construir cenários reais ou fictícios de modo a contextualizar saberes e a prática profissional. Não é apenas uma sequência de eventos, mas deve ser adaptada ao público-alvo, levando em conta sua realidade e vocabulário, além de ter ritmo e duração pensados. Uma estratégia é utilizar da “Jornada do herói” (introdução, conflito, recusa do chamado, ajuda necessária, superação, grande virada – conclusão) para contar a história. Pode ser a base para uma discussão mais complexa, para um estudo de caso, aprendizagem baseada em problemas, ou outras metodologias e estratégias de ensino, além de uma eventual aula expositiva dialogada. Pode ou não ser interativa – em que o estudante participa da criação (interactive storytelling) – mas em ambos os casos possibilita ao docente explorar realidades e inserir o estudante nela. No caso de interactive storytelling o estudante cria os cenários a partir de direcionamentos do professor ou mesmo de um jogo, como é o caso de jogos digitais e role playing games (rpg).
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula engajamento;
- Contextualiza os mais diferentes temas;
- Possibilita o desenvolvimento de outras estratégias;
- Necessita de poucos elementos para ser desenvolvida;
- Aproxima estudantes e docente;
- Cria empatia.
Este aplicativo de edição de vídeos pode servir para inserir o vídeo da história sendo contada, caso queira gravar ou utilizar histórias de outras pessoas ou personagens relevantes à aprendizagem pretendida.
Este aplicativo pode servir para promover o engajamento e reflexão sobre temas e perguntas que possam surgir com a história apresentada. Para isso, basta criar um set de questões anteriormente à aplicação da estratégia e, ao longo do storytelling, solicitar que os estudantes respondam-nas.
Aplicativo para gravação e edição de vídeos que os estudantes podem utilizar para responder às perguntas criadas pelo professor ou mesmo contar sua própria história, caso isto seja estimulado pelo docente. Para isso, o professor deverá criar um novo tópico de discussão no seu grupo, e solicitar que os estudantes o acessem para começarem a postar seus vídeos.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações do docente antes, durante e depois da estratégia. Planejamento da atividade, com um roteiro para preparação e/ou para o momento de interação após a história. Apoio do docente ao longo da interação entre os estudantes, mediando a discussão ou resolução de problema e no momento de feedback.
Reflexão do estudante ao acompanhar a história, e se inserir no contexto apresentado. Aprendizado ao se relacionar com a história, ao analisar o contexto e durante a estratégia pós história (discussão, resolução de problemas, estudos de casos, por exemplo).
Como histórias fazem parte da experiência humana, ou ouvir uma boa história, o estudante “visualiza” cenários, se relaciona coma realidade apresentada e ao realizar a etapa pós história, troca com colegas e pode expor suas opiniões e vivências.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
storytelling
O storytelling é uma metodologia que utiliza a arte de contar histórias para construir cenários reais ou fictícios de modo a contextualizar saberes e a prática profissional. Não é apenas uma sequência de eventos, mas deve ser adaptada ao público-alvo, levando em conta sua realidade e vocabulário, além de ter ritmo e duração pensados. Uma estratégia é utilizar da “Jornada do herói” (introdução, conflito, recusa do chamado, ajuda necessária, superação, grande virada – conclusão) para contar a história. Pode ser a base para uma discussão mais complexa, para um estudo de caso, aprendizagem baseada em problemas, ou outras metodologias e estratégias de ensino, além de uma eventual aula expositiva dialogada. Pode ou não ser interativa – em que o estudante participa da criação (interactive storytelling) – mas em ambos os casos possibilita ao docente explorar realidades e inserir o estudante nela. No caso de interactive storytelling o estudante cria os cenários a partir de direcionamentos do professor ou mesmo de um jogo, como é o caso de jogos digitais e role playing games (rpg).
Dentre as principais vantagens da aplicação desta estratégia, podemos listar:
- Estimula engajamento;
- Contextualiza os mais diferentes temas;
- Possibilita o desenvolvimento de outras estratégias;
- Necessita de poucos elementos para ser desenvolvida;
- Aproxima estudantes e docente;
- Cria empatia.
Este aplicativo de edição de vídeos pode servir para inserir o vídeo da história sendo contada, caso queira gravar ou utilizar histórias de outras pessoas ou personagens relevantes à aprendizagem pretendida.
Este aplicativo pode servir para promover o engajamento e reflexão sobre temas e perguntas que possam surgir com a história apresentada. Para isso, basta criar um set de questões anteriormente à aplicação da estratégia e, ao longo do storytelling, solicitar que os estudantes respondam-nas.
Aplicativo para gravação e edição de vídeos que os estudantes podem utilizar para responder às perguntas criadas pelo professor ou mesmo contar sua própria história, caso isto seja estimulado pelo docente. Para isso, o professor deverá criar um novo tópico de discussão no seu grupo, e solicitar que os estudantes o acessem para começarem a postar seus vídeos.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
Orientações do docente antes, durante e depois da estratégia. Planejamento da atividade, com um roteiro para preparação e/ou para o momento de interação após a história. Apoio do docente ao longo da interação entre os estudantes, mediando a discussão ou resolução de problema e no momento de feedback.
Reflexão do estudante ao acompanhar a história, e se inserir no contexto apresentado. Aprendizado ao se relacionar com a história, ao analisar o contexto e durante a estratégia pós história (discussão, resolução de problemas, estudos de casos, por exemplo).
Como histórias fazem parte da experiência humana, ou ouvir uma boa história, o estudante “visualiza” cenários, se relaciona coma realidade apresentada e ao realizar a etapa pós história, troca com colegas e pode expor suas opiniões e vivências.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
taxonomia de bloom
comunidade de investigação
PENSE-UMA-COMPARTILHE
No pense-una-compartilhe, os estudantes trabalham em um problema apresentado pelo professor, primeiro individualmente (pense), depois em pares (una) e, em seguida, discutem com a turma toda (compartilhe) (GARGI et al., 2003 apud PARDESHI, 2016).
Em aulas remotas ou hyflex, no Teams, você pode abrir e fechar as salas mais de uma vez durante uma sessão ou mover participantes entre as salas. Desse modo, os estudantes podem ser divididos em pequenas equipes, ou mesmo duplas, para o momento de unirem as ideias. Depois disso, os estudantes retornam ao grande grupo, para o compartilhamento e feedback do professor.
Confira os principais níveis cognitivos
trabalhados nessa estratégia
INTERFACES COM
METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
A presença de ensino é observada na elaboração, apresentação do problema e condução da atividade pelo professor, de maneira presencial e remota (síncrona e assíncrona).
A presença cognitiva pode ser observada no aprendizado pela reflexão inicial do estudante, seguida pela discussão em pares e com a turma toda ou pela participação no fórum de discussão e observação da discussão final realizada de maneira síncrona.
Discussão em pares e com a turma, suporte do professor, interação entre estudantes remotos e presenciais.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
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no passo a passo.
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presente nessa estratégia
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PENSE-UMA-COMPARTILHE
No pense-una-compartilhe, os estudantes trabalham em um problema apresentado pelo professor, primeiro individualmente (pense), depois em pares (una) e, em seguida, discutem com a turma toda (compartilhe) (GARGI et al., 2003 apud PARDESHI, 2016).
Em aulas remotas ou hyflex, no Teams, você pode abrir e fechar as salas mais de uma vez durante uma sessão ou mover participantes entre as salas. Desse modo, os estudantes podem ser divididos em pequenas equipes, ou mesmo duplas, para o momento de unirem as ideias. Depois disso, os estudantes retornam ao grande grupo, para o compartilhamento e feedback do professor.
Confira os principais níveis cognitivos
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METODOLOGIAS ATIVAS
Confira alguns aplicativos que podem ser ótimos aliados no trabalho com a estratégia
A presença de ensino é observada na elaboração, apresentação do problema e condução da atividade pelo professor, de maneira presencial e remota (síncrona e assíncrona).
A presença cognitiva pode ser observada no aprendizado pela reflexão inicial do estudante, seguida pela discussão em pares e com a turma toda ou pela participação no fórum de discussão e observação da discussão final realizada de maneira síncrona.
Discussão em pares e com a turma, suporte do professor, interação entre estudantes remotos e presenciais.
Confira como fazer
no passo a passo.
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no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira como fazer
no passo a passo.
Confira algumas formas que a Comunidade de Investigação se faz
presente nessa estratégia
Índice alfabetico
aplicativos
metodologias e estratégias ativas
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aplicativos
metodologias e estratégias ativas